4 de ago de 2016

SALVANDO O FÍGADO



CORAGEM DE ADÉLIA - SALVANDO O FÍGADO 

Não se embriaguem com vinho, que leva à libertinagem, mas deixem-se encher pelo Espírito, Efésios 5:18
Há uns 50 anos, o Vale do Urso, tinha a fama de um dos mais depravados lugares da América do Norte. Ali reinava a bebida e a imoralidade. Os assassinatos eram freqüentes, e quando a jovem Adélia Fox resolveu ir para lá como missionária, todos ficaram grandemente surpresos. 


Quando lá chegou, Adélia realizou a primeira reunião no prédio da escola. A sala era pequena mas ficou repleta de homens armados, homens violentos portando armas e garrafas. Ameaçaram em altas vozes o missionário, mas ficaram sobremodo surpreendidos quando viram a atraente jovem levantar-se no palco. 

O silêncio reinou. 

A reunião não poderia produzir melhores resultados. Gostaram da bela música que ela cantou, das palavras meigas e desembaraçadas que lhes falou. Depois da reunião diversas famílias a convidaram para hospedar-se em suas casas. Ela aceitou o convite da esposa do fabricante de cachaça, o homem conhecido como o mais perigoso e valente do lugar. 

O menor dos seus filhos estava doente. A jovem Adélia cuidou da criança, tomando todas as providências necessárias para aliviar as suas dores e combater a doença. De tal modo se dedicou que os pais da criança se tornaram seus amigos fiéis. 

Fizeram-lhe uma casa onde dava as aulas e, pouco a pouco, ela foi ganhando a amizade e confiança de todos. Surgiu então um episódio interessante. Houve uma eleição para decidir se naquele estado seria ou não permitida a venda legal de bebidas alcoólicas. 

Adélia convocou uma reunião urgente; e fortemente apelou aos seus ouvintes para que votassem contra a venda do álcool, mostrando-lhes como o álcool é prejudicial ao indivíduo, à família, etc. O fiel amigo, fabricante de bebidas, estava escutando pensativo. 

Quando a missionária explicou que muitas crianças morrem em conseqüência deste horrível vício dos pais, este homem levantou-se muito vermelho. 
"A senhora quer dizer que estou matando meus filhos, D. Adélia?" - Perguntou com raiva.
 Adélia orou apressadamente ao Senhor, pois o homem estava enfurecido naquele momento. 
"Sim senhor" - Respondeu calmamente.
 O homem ficou atordoado, e confuso – e então jogando o chapéu no chão, num gesto de raiva, declarou:
"Nunca jamais beberei álcool! Nem mais o fabricarei e venderei. Que Deus me ajude a agir assim!" 
E a votação naquele dia foi na grande maioria contra a venda de álcool.

Fonte: Desconhecida



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