24 de mar de 2017

EM ISRAEL NÃO ENCONTREI TAMANHA FÉ






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Certo dia Jesus estava pelas bandas de Cafarnaum. E um Centurião, um militar romano de altíssimo cargo. Chefe sobre 100 soldados, era responsável por manter as províncias segundo às ordens e regulamentos impostos por Cesar. Era Alguém muito respeitado pela sociedade. Soube que por ali o Senhor andava curando, ensinando e ajuntando seguidores. (Mateus 8:5) Entrando Jesus em Cafarnaum, dirigiu-se a ele um centurião, pedindo-lhe ajuda.

Este Centurião que a bíblia não faz menção do nome. Mas de fato, o escritor e evangelista Mateus registra o cenário a fim de trazer ao nosso conhecimento algo muito interessante. Quando muitos rejeitam o mestre, surge uma autoridade que o busca, que o respeita.

Um homem pagão, inimigo dos judeus, reconhece e tem a sensibilidade de ver quem é realmente Jesus Cristo. Enquanto que seus irmãos israelitas não o recolhessem como o messias. Ele se aproxima do mestre e relata o estado de saúde de um dos muitos servos. Pois esse está em um leito de enfermidade paralítico. (Mateus 8:6) E disse: "Senhor, meu servo está em casa, paralítico, em terrível sofrimento". Note que esse é um homem bom. Não podemos julgar as pessoas pelo cargo que ocupa. Hoje fala-se muito em corrupção em Brasília, na política e demais instituições públicas. Mas não podemos julgar todos pelo erro de alguns.
O que as pessoas daquela época podiam esperar de um Centurião? Violência, ultraje e humilhação. Dominadores do mundo, os romanos eram odiados. Mas esse homem é bom. E parece ver uma coroa sobre a cabeça de Jesus. Os sacerdotes cegos o perseguiam, nada podiam ver. Mas esse homem vê a autoridade de Cristo. E por tal sentimento de humilhação alcançou o favor do filho de Deus.
Se aproximando com humildade, disse sobre a doença do servo. E prontamente Jesus falou que iria curar o homem. (Mateus 8:6-7) E disse: "Senhor, meu servo está em casa, paralítico, em terrível sofrimento". Jesus lhe disse: "Eu irei curá-lo".
Quando você pensa que já aprendeu tudo, aí que se engana. As pessoas podem te surpreender e surpreender, e te ensinar muitas coisas. Ele, o Centurião, não pediu água consagrada, muito menos toalhinha ungida, de publicidade, de marqueteiro da fé. Não meus amigos. O que esse homem pede é a mais clara evidência que, o céu não precisa do mundo, e sim o mundo é que precisa das coisas de Deus.
O Centurião de Cafarnaum pediu aquilo que tem de mais valioso em Jesus. A palavra Dele. Diga apenas uma Palavra e o meu servo será curado. Obrigando o mestre fazer uma das maiores declarações sobre a fé de um não judeu. Não encontrou em Israel ninguém com a fé do Centurião. (Mateus 8:10) Ao ouvir isso, Jesus admirou-se e disse aos que o seguiam: "Digo-lhes a verdade: Não encontrei em Israel ninguém com tamanha fé.
Não olhe para aparência dele ou dela e não os julgue pela raça, forma de falar com Deus, maneira como se manifesta a Deus. Pois os religiosos cumprindo todos os cerimoniais, contudo não foi achado fé neles. Mas sobre o Centurião, o romano, o inimigo, o espancador de judeus e perseguidor de Israel, segundo a ótica do povo na época. Esse sim, sobre ele, o próprio Cristo deu testemunho da sua grande fé.
Não importa quão grande é o seu problema. O Jesus que pela palavra curou o servo desse romano. Pode muito bem responder sua prece.
Tudo é uma questão de FÉ.

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